Cabos diferentes podem deixar a minha rede e internet mais rápidas?

Entenda como as variações na construção da sua rede podem reduzir ruídos e evitar interferências
Cabos diferentes podem deixar a minha rede e internet mais rápidas? (Fonte da imagem: Reprodução/LifeHacker)

 Você sabia que o padrão de cabos que você usa pode influenciar na velocidade da sua rede? Calma, não estamos dizendo que você poderá navegar mais rápido na internet, mas sim que você poderá transferir arquivos entre computadores em uma velocidade um pouco maior dependendo das circunstâncias.

Embora pareçam similares, existem diferenças de padrões entre os cabos de rede que, em alguns casos, podem influenciar de alguma forma na qualidade de transferência de dados. Entretanto, tenha em mente que, caso você utilize um cabeamento com uma distância inferior a cinco metros, o ganho ou perda de velocidade serão pouco significativos.

Basicamente, existem três padrões de cabos: Cat5, Cat5e e Cat6, conheça um pouco mais sobre eles:

Cat5: mais antigo e mais lento

Teoricamente, os cabos do padrão Cat5 podem suportar velocidades de transferência entre 10 Mbps e 100 Mbps. Entretanto, é possível atingir velocidades acima de 1 Gigabit em distâncias mais curtas, mas tudo vai depender das condições da sua rede. Compatível com as redes mais antigas, ainda hoje ele é capaz de dar conta do recado, em especial para redes domésticas.

Cat5e: mais rápido e com menos interferência

Cabos diferentes podem deixar a minha rede e internet mais rápidas?
Cabo Cat5e. (Fonte da imagem: Reprodução/AVPCable)

A categoria Cat5e é uma versão melhorada da Cat5. Ela foi feita para suportar velocidades de 1.000 Mbps (ou 1 Gigabit) e, por conta disso, em teoria é também mais rápida que a sua antecessora. Outra vantagem é a redução de interferência nas transmissões. Na prática, o padrão se mostra mais adequado para velocidades mais rápidas e transmissões mais estáveis.

Cat6: ainda mais rápido, mas nem sempre necessário

Cabos diferentes podem deixar a minha rede e internet mais rápidas?
(Fonte da imagem: Reprodução/Xunlian)

A geração seguinte de cabeamentos é conhecida como Cat6, que inclui mais algumas melhorias. O nível de interferência é consideravelmente baixo e em alguns casos o padrão pode suportar velocidades de até 10 Gigabits. Em uma rede doméstica dificilmente você vai usar todo o potencial, de forma que ela só tem alguma utilidade em locais onde a distância de cabeamento seja superior a 10 metros.

Qual cabo eu devo escolher?

É importante lembrar mais uma vez: a velocidade da sua rede é diferente da velocidade da sua internet. Por conta disso, é possível que uma atualização nos seus cabos não resulte em nenhum benefício real para a sua rede, uma vez que, em pequenas distâncias, comuns nas redes domésticas, essas perdas não são tão perceptíveis.

Entretanto, se o seu propósito é transferência de arquivos entre computadores, usar cabos mais novos, como os do padrão Cat6, pode significar um ganho de velocidade. Porém, vale lembrar que você vai precisar mais do que apenas cabos compatíveis com o formato mais recente. É preciso que o roteador e as placas de rede das máquinas também estejam adaptados a esse padrão.

Por fim, antes de sair trocando os seus cabos velhos por outros mais novos, vale lembrar que essas velocidades são teóricas e, na prática, a diferença pode ser menor, resultando em uma troca desnecessária, um investimento que não vai trazer o retorno esperado. Em ambientes corporativos essa “dúvida” entre qual padrão escolher faz mais sentido, mas, para redes domésticas, não se iluda: seus cabos atuais, provavelmente, dão conta do recado.

Repara/Arrumar falha em atualização do Windows – KB2823324

Segue como reparar a falha…

1) Pressione F8 repetidamente enquanto o Windows estiver iniciando;
2) Entre na opção ”Reparar seu computador”;
3) Digite a senha de administrador do sistema (se não souber, tente uma senha vazia ou a senha do seu usuário);
4) Escolha a opção “Restauração do Sistema”;
5) Opte por uma data anterior à instalação da atualização (que deve ser de 9 ou 10 de abril);
6) Quando retornar à tela anterior, selecione “Reparo de Inicialização” e depois reinicie o computador.

Gentilmente cedido passos prontos por Rodrigo Alves.

Comando de 8 caracteres pode travar praticamente qualquer Mac

Bug permite que simples comando faça os programas deixarem de funcionar.
Comando de 8 caracteres pode travar praticamente qualquer MacReprodução da mensagem de erro postada no Open Radar (Fonte da imagem: Reprodução/Open Radar)

Os computadores da Apple, cujos sistemas operacionais são desenvolvidos pela própria companhia, são considerados mais sólidos e, segundo a maioria das pessoas que os utilizam, não apresentam a mesma quantidade de problemas de funcionamento e malwares vistos nos PCs com Linux e Windows, por exemplo.

Contudo, o site Open Radar, em uma postagem realizada no último dia 31 de janeiro, mostrou que um simples código de apenas oito caracteres pode fazer com que praticamente qualquer aplicação do OS X pare completamente de funcionar.

Isso mesmo. Basta que você digite o comando “File:///” em qualquer programa que conte com uma barra de endereços ou algum tipo de campo de busca. Assim que você terminar de digitar a linha de códigos, o software deixará de funcionar, trazendo uma mensagem de erro.

Nos mais diversos programas

Segundo o site Geek O System, o bug aconteceu em praticamente todos os programas em que eles o testaram. A razão, aparentemente, seria um defeito de programação no sistema de reconhecimento de datas e localizações do OS X, utilizado pelo SO para integrar a agenda e outros serviços.

Ao que tudo indica, o código dispara um comando para que um arquivo, cujo caminho simplesmente não existe, seja extraído. Isso causaria um efeito dominó que travaria o programa em questão, fazendo-o parar de funcionar instantaneamente.

A Apple com certeza já deve ter recebido diversas notificações do erro, que, segundo algumas pessoas, acontece somente em determinados programas e versões do sistema operacional. Mesmo assim, uma atualização que conserte o problema deve surgir em breve.

Via TecMundo.

Nova regra do CGI.br pode fazer e-mails falharem em 2013

São Paulo – Uma nova determinação do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) poderá fazer algumas contas de e-mail falharem e impedir o usuário de enviar de mensagens eletrônicas normalmente a partir de primeiro de janeiro.

Para reduzir o volume de spams na web brasileira, o CGI.br. determinou aos provedores de acesso e às empresas de telefonia que não permitam mais o envio de mensagens a partir da porta 25 dos clientes de e-mail, como os softwares Outlook, Windows Mail ou Apple Mail, por exemplo. O CGI pede que essas empresas só liberem o uso de mensagens por meio da porta 587 desses programas, considerada mais segura.

A principal diferença entre as portas 25 e 587 é que esta última confere login e senha do usuário antes de disparar uma mensagem. Na prática, isto dificulta o trabalho de spammers ou crackers que montam redes zumbis para disparar e-mails usando a conta de terceiros.

O número de pessoas impactadas deve ver pequeno, uma vez que a medida não afeta nenhum usuário que utiliza serviços de webmail ou clientes baseados na nuvem. Usuários do Gmail, Hotmail, Yahoo Mail e outros serviços que podem ser acessados diretamente pelo browser não perceberão nenhuma diferença.

Já usuários que utilizam clientes instalados no PC, como é o caso do Outlook, por exemplo, muito popular em redes corporativas, podem ter o envio de mensagens bloqueado caso ainda usem na configuração do software a porta 25 para disparar e-mail.

Quem tiver a configuração antiga e for afetado pelo problema, deverá ir até a aba “configurações de e-mail” de seu programa de mensagens eletrônica e selecionar o item “porta de saída”. Neste campo, será necessário trocar o número 25 por 587.

A determinação do CGI.br deve diminuir o volume de spams em circulação no Brasil e foi acordada com as empresas de telefonia, provedores de acesso e Anatel antes de ser anunciada.

Via INFO Online

Hackers podem invadir marca-passos e causar morte a distância

Invasão pode ser utilizada para roubar dados pessoais…

Nem os marca-passos estão completamente seguros. De acordo com hackers experts, a tecnologia que regula os batimentos cardíacos pode ser invadida para a descarga de choques de até 830 volts contra o coração, suficiente para causar a morte.

Não é uma coisa simples de se fazer, mas já há demonstrações de que é possível. A mais recente foi realizada por Barnaby Jack,  pesquisador da IOActive, empresa de segurança digital, que mostrou o funcionamento em uma conferência em Melbourne, na Austrália.

Jack explicou que poderia utilizar uma “função secreta” dos marca-passos para fazer o upload de um malware. Com isso, o vírus pode se espalhar por um perímetro de aproximadamente 10 metros e ativar os desfibriladores e marca-passos da região. De acordo com a Popular Science, os equipamentos são capazes de fornecer dados pessoais e informações de segurança de seus fabricantes.

Essa não é a primeira vez que um expert demonstra a vulnerabilidade nesse tipo de equipamentos. Há quatro anos, pesquisadores da Universidade de Washington e da Universidade de Massachussetts estudavam esquemas para assumir o controle de marca-passos e obter dados pessoais. Outros grupos já estão trabalhando em novas maneiras de proteger órgãos e membros.

Via OlharDigital